PSICANÁLISE E DIREITO 

  • Coordenação: Cristina Duba e Christiane Zeitoune
  • Periodicidade e horário: segundas e quartas sextas-feiras do mês às 16h30
  • Início: 10 de março de 2024.

Iniciamos o ano de 2023 com a investigação em torno do tema do negacionismo do ponto de vista do sujeito e, a partir da leitura de Eric Laurent e J-A Miller sobre racismo, chegamos à noção de segregação e extimidade.

Se para Freud a formação das massas ocorria por um processo identificatório a um ideal, para Lacan é possível entender que há na sociedade atual uma nova constituição orientada pelo gozo, que tem como consequência um crescimento dos efeitos de segregação. Não há coletivo ou laço social sem exclusão, sem segregação, pois não existe um gozo social unificado.

Em 2024, continuaremos a partir desse ponto: Segregação como efeito do discurso, Segregação como efeito do discurso da ciência e a noção de extimidade em psicanálise.

Referências Bibliográficas:
FREUD, S. (1921/1980) Psicologia de Grupo e Análise do Ego, Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago,  vol. XVIII, p. 91-179.
Lacan, J. (1967) Proposição de 9 de outubro sobre o psicanalista da escola. In: Outros escritos. Rio de Janeiro: Editora Jorge Zahar, 2003.
Miller, J-A (1985-86). Racismo e Extimidade. In: Revista Derivas Analíticas, no. 19, Julho de 2023. Disponível em: https://www.revistaderivasanaliticas.com.br/index.php/accordion-a-2/o-entredois-ou-o-espaco-do-sujeito. Acesso em 03/11/2023.
Miller, J-A (2010). Extimidad. Buenos Aires: Paidós.
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