Práticas da Letra

PRÁTICAS DA LETRA

  • Coordenação: Ana Lucia Lutterbach
  • Co-coordenação: Flavia Trocoli
  • Periodicidade e horário: sextas-feiras, quinzenalmente às 10h30
  • Início: 09 de agosto

A escrita do sonho

No Seminário 23, Lacan primeiro nos diz que Finnegans Wake, de James Joyce, se apresenta como um sonho para, em seguida, tornar mais preciso o seu modo de ler esta obra joyciana: “o sonhador não é nenhum personagem particular desse livro, mas o próprio sonho”. A partir dessa formulação é que nos colocaremos à escuta da escrita do sonho, da sua interpretação e de seu uso, em Freud e em Lacan. Nossa aposta é de que Joyce com Lacan nos ensina a escrita dos sonhos e sua leitura e, para sustentar essa aposta, seguiremos com Freud, Miller e outros. Até lá.

Bibliografia:

  • FREUD, S. (1900) A Interpretação dos sonhos. Obras completas, Vol. IV e V. Rio de Janeiro: Ed. Imago, 1960.
  • JOYCE, J. Finnicius Revem (Finnegans wake). Tradução de Donald Shüler. São Paulo: Ed. Ateliê, 2017.
  • LACAN, J. (1975-1976) O Seminário, livro 23: o sinthoma. Rio de Janeiro: Zahar Ed., 2007.