A criança e o discurso analítico – Curumim

A CRIANÇA NO DISCURSO ANALÍTICO – CURUMIM 

  • Coordenação: Maria do Rosário Collier do Rêgo Barros e Maria Inês Lamy
  • Periodicidade e horário: segundas e quartas terças-feiras do mês, às 21h00
  • Início: 13 de agosto

O tema “Crianças violentas”, discutido no VI Encontro da NRCereda-Br, será retomado na V Jornada NRCereda-América visando novos desdobramentos. O título agora é: “Crianças violentas. Os destinos da violência da criança na experiência analítica”.

Dando continuidade ao trabalho do primeiro semestre, o Curumim seguirá debatendo essas questões, articulando-as ao tema do IX Enapol: “Ódio, cólera, indignação”. Temos discutido casos em que a violência aparece não só dirigida aos outros, mas também a si mesmo. E continuaremos a pesquisar alguns pontos que emergiram do VI Encontro da NRCereda-Br, no bojo da discussão sobre a violência na criança:

  1. Temporalidade do recalque e da defesa. Em texto de 1992, abrindo as Jornadas sobre “Desenvolvimento e estrutura”, J.-A. Miller¹ sublinha que não se ater à noção de desenvolvimento não significa apagar o conceito de temporalidade lógica, tanto em relação ao significante quanto ao objeto.
  2. “Psicose em formação” – esta expressão, utilizada por Miller no texto “Crianças violentas”², suscitou muito debate. Na infância, o que estaria em formação: a estrutura ou o sintoma?
  3. Na construção de um sintoma, por parte da criança, qual o lugar do objeto e da invenção do pai?

Notas:
  • ¹ Miller, J.-A. “Apertura de las II Jornadas Nacionales: desarrollo y estrutura em la dirección de la cura”. In: Desarrollo y estrutura en la dirección de la cura (II Jornadas Nacionales Centro Pequeño Hans). Buenos Aires: Ed. Atuel, 1993.
  • ² Miller, J.-A. “Crianças violentas”. In: Opção Lacaniana, n. 77. São Paulo: Ed. Eólia, 2017, p. 28.

Folha dos Núcleos